Em entrevista à Arauto News 89,9 FM, Airton Artus (PDT) abordou o assunto, além da implantação do modelo free flow
A concessão do bloco 2 de rodovias, que inclui a RSC-453, pelo Governo do Estado, tem sido alvo de discussões no Vale do Taquari. Em entrevista à Arauto News 89,9 FM, o deputado estadual Airton Artus (PDT) abordou o assunto, além da implantação de novos pedágios no modelo free flow.
Uma das principais preocupações é o valor dos pedágios. Artus afirmou que defende o aumento do aporte do governo, atualmente em R$ 1,2 bilhão, para evitar uma elevação no valor das tarifas. Ele ressalta que a região já foi fragilizada economicamente.
Outro ponto crítico é o cronograma das obras. O deputado enfatiza a necessidade de regularidade na execução dos trabalhos e destaca as demandas específicas do Vale do Taquari, como acessos e rótulas para atender às cidades, empresas e distritos industriais, além das necessidades dos pequenos agricultores. “A questão do free flow, por exemplo, entre Venâncio Aires e Lajeado, se for fazer essa modalidade, precisa trocar de lugar, para que não penalize redutos com densidade habitacional, ou mesmo industriais. E também que a soma dos dois não ultrapasse o valor do atual, ou se deixe o atual”, frisou.
O político reconheceu a necessidade da obra na RSC-453, comparando a situação atual da rodovia, construída na década de 1970, ao tráfego intenso e aos acidentes nas cidades ao longo da rodovia. “A gente não pode abrir mão de uma obra dessas. Nós temos que trabalhar para que ela aconteça. Nós temos que evoluir”, concluiu.
Notícias relacionadas

Com 13 anos de história, Aesca apoia a infância e juventude em Santa Cruz
Evento agradeceu aos parceiros que têm contribuído com a missão da entidade

Modo de fazer cuca artesanal é reconhecido como patrimônio cultural imaterial do RS
Município de Rolante foi responsável pela solicitação do registro

Santa Cruz poderá contar com mão de obra de apenados em serviços públicos
Delegada da 8ª Delegacia Penitenciária Regional da Susepe visitou o prefeito Sérgio Moraes

Anvisa proíbe suplementos alimentares com ora-pro-nóbis
Agência determina ainda recolhimento dos produtos