Legislativo gaúcho passar a contar com representantes de 17 partidos
Dos 55 deputados estaduais, só 24 (dos 44 que concorriam) conseguiram se reeleger, nesse domingo, no Rio Grande do Sul. A renovação chega a 56% (31 parlamentares). Desses 31, 28 não exercem, hoje, mandato na Casa. Também se elegeram Juliana Brizola (PDT), que assumiu mandato de titular durante a legislatura, após a cassação de Diógenes Baségio; Zilá Breitenbach (PSDB), que passou a ocupar a cadeira de Jorge Pozzobom, hoje prefeito de Santa Maria, e Juvir Costella (MDB), que ficou com a cadeira de Alexandre Postal, eleito conselheiro do Tribunal de Contas do Rio Grande do Sul.
Deputada mais votada em 2014, Manuela D’Ávila (PCdoB) vai para o segundo turno na disputa presidencial, como vice na chapa de Fernando Haddad (PT). Dos sete deputados estaduais que tentaram vaga na Câmara federal, seis se elegeram, exceto Ronaldo Santini (PTB). Três deputados estaduais não concorreram em 2018 (Adão Villaverde e Mirian Marroni, do PT; e Ciro Simoni, do PDT). Dezessete não conseguiram a reeleição.
Como ficou
O PSL não só entrou na nova composição da Assembleia Legislativa, como emplacou os deputados estaduais mais votados nesta eleição: o tenente coronel Zucco e Ruy Irigaray, respectivamente. O partido, que não tinha representação no Legislativo estadual, vai contar com quatro parlamentares. Ao todo, a renovação na Casa chega a 54%.
Além do PSL, Novo, DEM, Solidariedade e Podemos entraram na nova configuração da Assembleia. Por outro lado, o PCdoB perdeu o assento conquistado em 2014.
O Legislativo gaúcho passar a contar com representantes de 17 partidos – dois a mais do que na última legislatura (atualmente eram 13 bancadas na Casa).
O PT e o MDB terão as maiores, com oito deputados cada. Na comparação com o último pleito, o PT perdeu três cadeiras, enquanto o MDB manteve-se estável.
Em seguida, aparecem o PP, com seis (perdeu uma), o PTB, com cinco (estável) e o PSL, com quatro, empatado com o PDT (que tinha oito) e o PSDB (estável).
O PSB conquistou três cadeiras (estável), enquanto o PRB, o DEM, o NOVO e o PR ficaram com duas, cada. DEM e NOVO não tinham representante. PRB e PR dobraram a bancada, que era de deputado único.
PPS, PSol, PSD, SD e Podemos terão um representante, cada. Os dois últimos não tinham bancada e os três primeiros mantêm bancada individual.
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