Pré-candidato a Prefeito de Rio Pardo pelo Progressistas falou da transição do rádio para a política e dos projetos se for eleito
Abrindo a série de entrevistas com os pré-candidatos à Prefeitura de Rio Pardo, a Arauto News conversou nesta quarta-feira (10) com Ricardo Figueiró, do Progressistas, que vai para a segunda eleição. Conhecido por sua atuação no rádio, ele admite que após o anúncio de que se tornaria pré-candidato, em 1º de julho, a repercussão tem muito boa, “muito bem aceita pelo eleitor de Rio Pardo”. O PP, diz ele, deve ter candidato a Prefeito em Rio Pardo depois de 24 anos, era desejo antigo do partido e criou expectativa grande se seria consolidado.
Figueiró explica que sua vida pública foi construída por atuar na comunicação, pelo trabalho na rádio local, não pelo envolvimento com política. Ouvia diretamente as demandas, as reclamações, os anseios da comunidade numa época em que não existiam redes sociais para enviar. “E tudo isso foi contribuindo para o desejo de mudar, seja pelo jornalismo ou pelo potencial político”, frisou ele, que se dedicou 18 anos ao rádio até optar pela política.
Em segundo lugar no último pleito, Figueiró considera muito válida a estreia na política, com cerca de 28% dos votos válidos, e resolveu retomar esse projeto, essa alternativa, “na tentativa de despolarizar a política em Rio Pardo”. A expectativa agora é que a campanha cresça muito nas urnas, ainda que reconheça a grandeza dos prováveis oponentes. Jovem político, 35 anos, diz ter começado cedo no mercado de trabalho, com experiência no campo ainda muito jovem, e outros afazeres antes de chegar no rádio. “Acredito que a juventude não seja empecilho. Essa renovação está muito em voga para oferecer algo novo”.
Melhoria das estradas
Se eleito, Figueiró diz ter muitas prioridades e elencou algumas, como as estradas consideradas por ele em “péssimas condições há muito tempo, algumas com reclamações há 20 anos”, citou. Disse que geração de empregos também é problema, pois muitas empresas fecharam nos últimos anos e o saldo é negativo. “Precisamos valorizar as empresas que temos, criar incentivos e mecanismos para que elas possam contratar mais pessoas”. Falou do turismo rural, das agroindústrias – também para isso necessidade de boas estradas. “Temos a cidade histórica, mas precisamos ter um projeto de turismo efetivo, central de informações, ter os locais abertos e isso requer investimento. Ter os pontos de visitação, prédios restaurados, restaurantes abertos, calendário de eventos estruturado”, exemplifica. Também falou no setor industrial, na saúde, na limpeza da cidade, no embelezamento, para que os visitantes e moradores se sintam acolhidos em Rio Pardo.
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