Brasil tem mais de 900 mil casos prováveis de dengue
Em meio à explosão de casos de dengue no país, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) informou que vai priorizar a análise de pedidos de registro de produtos cosméticos do grupo repelentes de insetos. É possível acompanhar a fila de petições de registro e de mudança de registro (pós-registro) no site da agência.
Em nota, a Anvisa informa que a eficácia dos repelentes na prevenção da doença é destacada no manual do Ministério da Saúde para diagnóstico e manejo clínico da dengue.
“O documento reforça a necessidade de uso desses produtos em pacientes sintomáticos suspeitos de dengue, pois estes podem ser fonte de infecção do vírus para o mosquito e contribuir com a transmissão”, alerta a Anvisa.
Leia também: Caixa abre inscrições para concurso com salários de até R$ 14,9 mil
“Conforme análise de especialistas, o cenário epidemiológico ainda não atingiu seu pico de transmissão e de casos, e a situação, portanto, pode se agravar. Nesse contexto, a agência soma esforços priorizando a entrada de novos produtos no mercado. A priorização será mantida enquanto perdurar o preocupante cenário epidemiológico de transmissão da dengue”, informou a Anvisa.
Dados do painel de monitoramento de arboviroses indicam que o país registra 991.017 casos prováveis de dengue e 207 mortes pela doença. Há ainda 674 óbitos em investigação.
O coeficiente de incidência da dengue no Brasil, neste momento, é de 488 casos para cada grupo de 100 mil habitantes.
Notícias relacionadas

Com 13 anos de história, Aesca apoia a infância e juventude em Santa Cruz
Evento agradeceu aos parceiros que têm contribuído com a missão da entidade

Modo de fazer cuca artesanal é reconhecido como patrimônio cultural imaterial do RS
Município de Rolante foi responsável pela solicitação do registro

Santa Cruz poderá contar com mão de obra de apenados em serviços públicos
Delegada da 8ª Delegacia Penitenciária Regional da Susepe visitou o prefeito Sérgio Moraes

Anvisa proíbe suplementos alimentares com ora-pro-nóbis
Agência determina ainda recolhimento dos produtos