Pedido de impeachment veio por parte dos taxistas através da Câmara de Vereadores
Com o argumento de que o prefeito de Porto Alegre, Nelson Marchezan, não cumpriu a lei que regulamenta serviços de transportes privado urbanos, como o Uber, taxistas pediram, na Câmara de Vereadores do município, o impeachment do chefe do Executivo. Os autores alegam que não é cobrada a Taxa de Gerenciamento Operacional (TGO) das empresas, a autorização para operar e o emplacamento na Capital.
Nesta sexta-feira (13), inicia a análise do rito do procedimento. São listados dez itens que podem enquadrar o prefeito como alvo de impeachment, como descumprir o orçamento e se omitir na defesa de bens e rendas e "proceder de modo incompatível com a dignidade e o decoro do cargo". A prefeitura comunicou que "a administração municipal desconhece o teor do pedido formulado por taxistas", protocolado nesta última quarta-feira.
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