Cláudia Priebe, uma das organizadoras, fala ao Arauto Atualidades das atividades marcadas
Um ato político, de luta, conscientização, valorização e empoderamento. Assim pode ser definido o Dia Unificado de Luta pelas Mulheres, programado para esta sexta-feira (8), a partir das 9h, em Santa Cruz do Sul. A programação tem como propósitos resgatar a origem desse dia que surgiu na luta das mulheres por melhores condições de trabalho e unificar a classe trabalhadora contra a violência e a Reforma da Previdência. Para falar sobre o evento, uma das organizadoras, Cláudia Priebe, é a entrevistada do Arauto Atualidades desta quinta-feira (7).
A atividade está sendo organizada pelo Movimento de Mulheres em Luta (MML) de Santa Cruz do Sul, Sindicato dos Comerciários, UESC, CSP-Conlutas, União Brasileira de Mulheres (UBM), Cpers Sindicato, Sinpro/RS, Subseção da OAB Santa Cruz, Conselho Municipal dos Direitos da Mulher e por militantes de partidos políticos.
Conforme a coordenação, o Dia Unificado de Luta pelas Mulheres tem como eixos centrais o fim da violência (feminicídios) e a defesa pela Previdência Social. Esse 8 de março, portanto, será mais uma oportunidade para chamar todos os trabalhadores para a luta e, em especial, as mulheres, que já foram protagonistas de tantas conquistas históricas e que serão as mais atingidas pela Reforma da Previdência – que aprofunda a desigualdade entre homens e mulheres na sociedade, não leva em conta a dupla jornada de trabalho das mulheres, nem a dificuldade que as mulheres têm de permanecer no mercado de trabalho e nem a diferença salarial.
A programação inicia às 9h, com concentração em frente à agência da Previdência Social de Santa Cruz do Sul, e segue com caminhada pela rua Ernesto Alves, em direção à Delegacia de Polícia e ao Fórum, e rua Fernando Abott, até a Praça Getúlio Vargas, onde as atividades serão desenvolvidas até por volta das 12h30. De modo geral, esse 8 de março vai relembrar a importância da luta das mulheres ao longo da história e reforçar que esse mesmo espírito de luta continua se fazendo necessário, porém para vencer outros ataques que agora estão impostos à classe trabalhadora.
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