Objetivo é que posteriormente possam ser realizadas intervenção terapêuticas
O projeto de extensão chamado “Rastreamento da fragilidade em idosos das redes de atenção à saúde de Santa Cruz do Sul” tem como objetivo identificar na população idosos que apresentam fragilidade, para que posteriormente possam ser realizadas intervenção terapêuticas para o idoso frágil ou não-frágil. Neste sentido é importante determinar a prevalência da síndrome em idosos das redes de atenção à saúde de Santa Cruz do Sul, para assim melhor poder intervir.
O coordenador do projeto, professor André Ribeiro, relata que a distribuição etária da população do Estado do Rio Grande do Sul vem passando por mudanças importantes e aceleradas nas últimas décadas, explicadas pela queda nas taxas de fecundidade das mulheres e de mortalidade infantil, e pelo aumento da expectativa de vida. Segundo o professor André, a cidade de Santa Cruz do Sul está inserida neste cenário gaúcho, e a proporção de usuários idosos dentro dos serviços de saúde tende a ser cada vez maior. O professor diz ainda, que o envelhecimento populacional desafia a habilidade dos profissionais de saúde frente às necessidades dos idosos. Explica também, que a fragilidade é uma nova síndrome clínica no campo da Geriatria, que ocasiona grandes riscos para a saúde, incluindo quedas, incapacidades, hospitalização e como consequencia um grande risco de mortalidade. Assim, segundo o coordenador, o projeto pode fornecer dados para os profissionais identificarem os grupos de alto risco e novas áreas para a prevenção e o tratamento da fragilidade na população idosa de Santa Cruz do Sul.
Para o coordenador do Curso de Fisioterapia, professor Dannuey Cardoso, os projetos de extensão possuem um papel fundamental para aproximar os acadêmicos do curso da comunidade, possibilitando que os serviços ofertados possam contribuir para a saúde e bem estar da nossa população, além de prporcionar ao aluno um momento de grande aprendizado.
Segundo o coordenador do curso, estas ações de extensão fazem parte da expansão do projeto pedagógico, onde novos laboratórios, campos de práticas, corpo docente e currículo mais flexível, proporcionam a melhor formação aos acadêmicos, preparando-os para o tão competitivo mercado de trabalho. Assim, esta nova proposta do curso surge no momento em que o Graduação em Fisioterapia da Faculdade Dom Alberto completa seu quarto ano, desde a autorização pelo Ministério da Educação em setembro de 2017.
Para Gabriela Teixeira, acadêmica do 4º semestre do curso Fisioterapia, o projeto proporciona ao grupo de estudantes uma oportunidade grandiosa na trajetória acadêmica. Acredita ainda, que é fundamental o comprometimento e o respeito dentro dos campos de prática em que estão inseridos, além de realizar as avaliações compreendendo as fragilidades dos idosos, para futuramente propor ações de melhoria da saúde dos mesmos.
A aluna Gabriela relata ainda, que o contato com os orientadores guia os estudantes durante este processo, e que no ambiente do projeto é preciso aprender com quem mostra o melhor caminho. Também diz que existe uma constante troca com os pacientes idosos, e que os mesmos proporcionam a aquisição de um olhar mais cuidadoso, humanizado, generalista, estimulando o raciocínio clínico, e acima de tudo, aflorando nos estudantes, os profissionais capacitados e seguros que pretendem ser.
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