Terceira fase de testes ocorre no Brasil. Segundo pesquisadores, é provável que seja necessário tomar uma segunda dose
Os resultados preliminares da vacina para Covid-19 da Universidade de Oxford indicam que ela é segura e induz resposta imune. A constatação ocorreu após as duas primeiras fases de testes da imunização. A terceira ocorre nesta semana, inclusive com participantes brasileiros.
De todas em pesquisa, a vacina de Oxford é a mais adiantada. Conforme cientistas da instituição do Reino Unido, o efeito deve ser reforçado após uma segunda dose da vacina. Afinal, o grupo ainda não sabe exatamente o quanto de resposta imune é necessária para combater a doença.
A vacina pode estar disponível para alguns grupos de risco no Reino Unido até o fim do ano, mas provavelmente não estará para todos. De acordo com Soraia Smaili, reitora da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), o imunizante, se tudo der certo, poderá ter o registro liberado em junho de 2021.
Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), há 163 vacinas sendo testadas contra o coronavírus, sendo que 23 delas estão na fase clínica, que é o teste em humanos. Embora os estudos avancem em todo o planeta, o prazo de 12 a 18 meses para liberação é considerado um recorde. A vacina mais rápida já criada, a da caxumba, levou pelo menos quatro anos para ficar pronta.
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