Maurício Rauber estava em Orlando quando o Furacão Matthew atingiu a cidade
O Furacão Matthew atingiu o Haiti, deixou mais de mil mortos e cerca de duzentos mil desabrigados. Nos Estados Unidos, os fortes ventos também deixaram rastros de destruição. Cerca de 20 pessoas morreram por causa de inundações, sendo que os estados mais atingidos foram Flórida, Carolina do Sul, Carolina do Norte e Geórgia. Em viagem aos EUA, o santa-cruzense Maurício Rauber estava em Orlando quando presenciou a chegada do furacão.
Ele e a namorada chegaram em Orlando no dia 5. "Sabíamos do furacão, mas não tínhamos noção que era algo tão sério, estávamos tranquilos", lembra. Somente na quinta feira (6), eles perceberam a gravidade da situação. "Fomos ao supermercado no final do dia e já estava quase tudo esgotado nas prateleiras, tudo revirado, caído no chão, parecia cena de filme." A previsão era de que o furacão passaria as 6h da manhã de sexta feira. "Fomos aconselhados a ficarmos no quarto do hotel até o furacão passar. Durante a madrugada ele acabou perdendo a força. Em Orlando choveu muito o dia todo e ventou bastante, mas nada que causasse algum estrago. À noite já estava tudo normal, algumas lojas e restaurantes inclusive abriram", relata.
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No Haiti, a área mais atingida pela tempestade foi a região sudoeste do país, onde os ventos chegaram a uma velocidade de 230 quilômetros por hora. Segundo a imprensa internacional, aproximadamente 200 mil pessoas estão desabrigadas. Os mortos começaram a ser enterrados. Funerais em massa foram feitos para que todos os corpos pudessem ser sepultados rapidamente, pois alguns cadáveres já estavam em estado de decomposição.
Outro problema enfrentado pela população é o início de um surto de cólera. Autoridades haitianas disseram à agência “Reuters” que a doença já matou pelo menos 13 pessoas no sudoeste do país. A moléstia é uma infecção intestinal grave, cuja propagação se dá pelo consumo de água ou alimentos contaminados.
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