Pedido está sob sigilo - nem a Procuradoria-Geral da República nem o Supremo confirmam que foi enviado
O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, pediu nesta sexta-feira (8) ao Supremo Tribunal Federal (STF), por meio de uma ação cautelar, as prisões do empresário Joesley Batista, um dos donos da JBS, de Ricardo Saud, executivo da empresa, e do ex-procurador da República Marcelo Miller.
O pedido está sob sigilo – nem a Procuradoria-Geral da República (PGR) nem o Supremo confirmam que foi enviado. A decisão sobre o pedido será tomada pelo ministro Edson Fachin, relator da Operação Lava Jato no STF.
Se Fachin autorizar as prisões, o acordo de delação premiada firmado entre a JBS e a Procuradoria-Geral da República deve ser rescindido. O termo de delação prevê que o acordo perderá efeito se, por exemplo, o colaborador mentiu ou omitiu, se sonegou ou destruiu provas. Sobre a validade das provas apresentadas, mesmo se os termos da delação forem suspensos, continuarão valendo – provas, depoimentos e documentos. Esse é o entendimento de pelo menos três ministros do Supremo: a rescisão do acordo não anula as provas.
Notícias relacionadas

Delegada advertiu ladrão: “Se acontecer outro crime, vou pedir sua prisão de novo”
Justiça negou primeira solicitação de preventiva, mas aceitou segunda depois de homem furtar mercado 13 minutos após prestar depoimento

Preso ladrão que cometeu furto 13 minutos após prestar depoimento na delegacia
Justiça havia negado prisão solicitada pela Polícia Civil de Vera Cruz na quinta-feira. Devido ao novo delito, no entanto, autorizou a captura

Luciano Menezes deixa a Delegacia Regional
Polícia Civil confirmou em nota através da assessoria de imprensa que Jader Ribeiro Duarte assume a partir de segunda-feira

“Momento devastador”, afirma Eduardo Leite sobre acidente com mortes no Vale do Taquari
Ônibus com estudantes e professores da UFSM caiu em uma ribanceira; sete mortes já estão confirmadas