Jovem foi ameaçada e obrigada a ir para o meio da vegetação
Depois da perícia apontar preliminarmente que a jovem Francine Ribeiro foi morta asfixiada, espancada e abusada sexualmente, a polícia agora trabalha para apurar quem são e quantos são os envolvidos na morte da vera-cruzense. Durante coletiva de imprensa realizada na tarde desta terça-feira (14) na sede da Delegacia Especializado no Atendimento à Mulher (Deam), a delegada Lisandra de Castro Carvalho, voltou a afirmar que a polícia trabalha com diversas linhas de investigação.
Detalhes do andamento da investigação não foram divulgados a fim de não atrapalhar os trabalhos, mas a possiblidade de mais um criminoso ter participado do rapto de Francine junto a pista do Lago Dourado é estudada pela polícia. "Acreditamos no envolvimento de mais de uma pessoa, de duas a três. Possivelmente indivíduos escondidos em meio aos matagais a abordaram quando ela passou ou até mesmo pelas costas, visto que ela estava com fone de ouvido e não ouviu uma movimentação suspeita por trás", disse.
No local, a Polícia Civil acredita ainda que ela tenha sido amarrada em uma ávore, visto que havia um pedaço de corda em um braço e outro na árvore, e depois conseguido soltar parte do corpo. O casaco, o celular e o óculos não foram encontrados. Ainda não há suspeitos para o crime e testemunhas serão ouvidas ao longo desta semana.
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