Principais problemas identificados ficam no Acesso Grasel e nos bairros Esmeralda, Belvedere, Pedreira, Santo Inácio e Várzea
Após o Serviço Geológico do Brasil (SGB) concluir o levantamento das áreas de risco de Santa Cruz do Sul, o próximo passo será a avaliação do Instituto de Pesquisas Tecnológicas de São Paulo (IPT), que enviará técnicos e engenheiros para analisar os dados e indicar soluções estruturais e não estruturais para reduzir os riscos identificados no município.
Conforme o engenheiro Leandro Kroth, da Defesa Civil, os resultados do estudo estarão disponíveis no site do Serviço Geológico do Brasil, onde cada cidadão poderá acessar as informações, garantindo transparência para a população. Porém, inicialmente, cabe ao município utilizar esses dados para planejar as obras necessárias. “O Serviço Geológico está atuando para munir os municípios com essas informações técnicas e científicas, para justamente os municípios poderem atuar de forma responsável, direcionada e buscando a redução dos riscos para as suas populações“, explicou.
Segundo o profissional, durante as fortes chuvas e enchente do ano passado muitas áreas apresentaram problemas no Acesso Grasel e nos bairros Esmeralda, Belvedere, Pedreira, Santo Inácio e Várzea. O Parque da Gruta também registrou deslizamentos em trilhas ecológicas. Agora, esses locais foram analisados pelo estudo e a Administração Municipal deve ter uma conclusão em breve.
O diretor da Defesa Civil, Coronel Cesar Bonfanti, apontou que o plano é importante para a busca de recursos junto ao Governo Federal, pois com o levantamento será possível encaminhar soluções e buscar financiamento para as obras. “Tendo esse estudo, nós vamos ter condições de encaminhar soluções. Claro que elas não são imediatas, mas já vão fazer parte de um programa em que nós podemos buscar recursos do Governo Federal. O próprio Governo Federal está nos encaminhando essa oportunidade e ele vai ser aquele que também vai poder repassar valores para que a gente possa ir resolvendo os problemas”, disse.
O engenheiro Kroth reforçou que as obras necessárias envolvem altos investimentos. “Nós não podemos rasgar dinheiro. Como as obras são de custo elevado, é importante que nós tenhamos este aval do Instituto de Pesquisa Tecnológica de São Paulo, que virá a Santa Cruz do Sul. A promessa é que até novembro deste ano nós tenhamos esses levantamentos, esses projetos executivos orçados pelo próprio IPT, onde eles vão apontar qual obra necessária realizar”, concluiu.
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